Olavo de Angiolis Silva

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Olavo de Angiolis Silva
6 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PROS
52 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Dr Olavo (Olavo de Angiolis Silva) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Maués em 2000. A maior votação foi em 2000, para vereador em Maués/AM: 537 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Presidente Figueiredo/AM, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 450 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2012 (44% com combustíveis e lubrificantes) e R$ 200 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

193 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Olavo de Angiolis Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 5 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos

Dr Olavo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Presidente Figueiredo (AM) em 2008, vereador em Maués (AM) em 2012, e prefeito em Presidente Figueiredo (AM) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 450 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Em 2012, 44% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes; em 2008, R$ 200 em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Presidente Figueiredo (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 91% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil100,0%
2012Vereador, Maués (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 13% · pessoas 86% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil44,3%
  • Materiais impressosR$ 1 mil34,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 62521,4%
2008Vereador, Presidente Figueiredo (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 200
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 200
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 200100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Olavo de Angiolis Silva (Dr Olavo): candidaturas e votos · Radar do Voto