- PessoalR$ 152 mil59,9%
- Serviços advocatíciosR$ 50 mil19,7%
- Materiais impressosR$ 29 mil11,3%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil2,4%
- Outras 10 categoriasR$ 17 mil6,8%
Didi Matias (Divino Aparecido Matias) disputou 5 eleições entre 2000 e 2022, para deputado federal, vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Hidrolândia em 2020 e 2004. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por GO: 2.667 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por GO, declarou R$ 318 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 18 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 254 mil, principalmente com pessoal (R$ 152 mil), serviços advocatícios (R$ 50 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 12 mil em 2020 (46% com militância e mobilização de rua) e R$ 1 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Divino Aparecido Matias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Didi Matias declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Hidrolândia (GO) em 2008 e 2020, e deputado federal por Goiás em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 318 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 18 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 254 mil, principalmente com pessoal (R$ 152 mil) e serviços advocatícios (R$ 50 mil). Em 2020, 46% dos R$ 12 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2008, R$ 1 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.