2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PSDB
41 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Pedagogo
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sonia Morais (Sonia Maria de Morais) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereadora em Goianápolis/GO: 154 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Goianápolis/GO, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 589 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 960 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 150) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 79). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 71% com militância e mobilização de rua.
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Evolução da votação nas eleições
127 votos em 2020 · 2 eleições
A votação de Sonia Maria de Morais em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 4 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos
Sonia Morais declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Goianápolis (GO) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 589 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 960 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 2 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 150). Em 2016, 71% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.
Receitas em 2020R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 2% · pessoas 76% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil71,4%
Materiais impressosR$ 60014,3%
Publicidade por adesivosR$ 3007,1%
Serviços de terceirosR$ 3007,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020SUPLENTE127LGoianápolis, Goiás · 41 anos · Branca · Superior completo · Pedagogo · PSDB · nº 45000 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2016SUPLENTE154LGoianápolis, Goiás · 37 anos · Branca · Superior completo · Professor de Ensino Fundamental · PMDB · nº 15555 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.