Arthur do Val Mamãe Falei (Arthur Moledo do Val) disputou 2 eleições entre 2018 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2018. A maior votação foi em 2020, para prefeito em São Paulo/SP: 522.210 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em São Paulo/SP, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão de doações privadas (324 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 698 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 295 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 154 mil) e publicidade por adesivos (R$ 125 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 249 mil.
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Evolução da votação nas eleições
522.210 votos em 2020 · 2 eleições
A votação de Arthur Moledo do Val em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 1,2 milhão em receitas · R$ 1,1 milhão em gastos
Arthur do Val Mamãe Falei declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2018, e prefeito em São Paulo (SP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão de doações privadas (324 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 698 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 295 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 154 mil). Em 2018, R$ 249 mil em gastos.
Receitas em 2020R$ 1,2 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1,1 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 249 milcampanha encerrada; tudo pago
24 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
partido e outras campanhas 10% · pessoas 72% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 249 mil
tudo pago (100%)
Impulsionamento de conteúdosR$ 82 mil32,9%
Serviços de terceirosR$ 51 mil20,4%
PessoalR$ 20 mil7,9%
Militância e mobilização de ruaR$ 19 mil7,7%
Outras 18 categoriasinclui R$ 494 lançados como "diversas a especificar"R$ 77 mil31,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.