- Publicidade por adesivosR$ 33941,8%
- Materiais impressosR$ 13616,8%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 607,4%
- Serviços advocatíciosR$ 506,2%
- Outras 2 categoriasinclui R$ 176 lançados como "diversas a especificar"R$ 22627,9%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcio Miranda (Ademar Marcio de Miranda) disputou 1 eleição, em 2020, para vereador em Ibirapuitã/RS, com 55 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2020 para vereador em Ibirapuitã/RS, declarou R$ 811 em receitas: R$ 615 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 196 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 811, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 339), publicidade por materiais impressos (R$ 136) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 60).
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Marcio Miranda declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Ibirapuitã (RS) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 811 em receitas: R$ 615 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 196 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 811, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 339) e publicidade por materiais impressos (R$ 136).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.