Luisa Cardoso Barreto

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Luisa Cardoso Barreto
2 eleições entre 2020 e 2024 · último partido NOVO
40 anos em 2024 · Feminino · Superior completo
Servidor Público Estadual
redes informadas ao TSE
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Luisa Barreto (Luisa Cardoso Barreto) disputou 2 eleições entre 2020 e 2024, para vice-prefeita e prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2020 para prefeita em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil do Fundo Partidário e R$ 45 mil de doações privadas (54 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 851 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 641 mil) e publicidade por adesivos (R$ 185 mil).

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Evolução da votação nas eleições

17.161 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Luisa Cardoso Barreto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2,3 milhões em receitas · R$ 2,3 milhões em gastos

Luisa Barreto declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Belo Horizonte (MG) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 2,2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil do Fundo Partidário e R$ 45 mil de doações privadas (54 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,3 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 851 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 641 mil).

Receitas em 2020R$ 2,3 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2,3 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Campanhas12020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Prefeita, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,3 milhões
54 doadores pessoas físicas
FEFC 97% · Fundo Partidário menos de 1% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 2,3 milhões
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 851 mil37,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 641 mil28,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 185 mil8,2%
  • Materiais impressosR$ 154 mil6,9%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 18 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 54 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 419 mil18,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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