Gilson Haubert (Gilson Antonio Haubert) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Carazinho/RS: 522 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Carazinho/RS, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 280 de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 6 mil), publicidade por adesivos (R$ 260) e publicidade por materiais impressos (R$ 180). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 54% com pessoal.
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Evolução da votação nas eleições
409 votos em 2020 · 2 eleições
A votação de Gilson Antonio Haubert em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 8 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos
Gilson Haubert declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Carazinho (RS) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 6 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 280 de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 6 mil) e publicidade por adesivos (R$ 260). Em 2016, 54% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2020R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 8 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 441,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020SUPLENTE409LCarazinho, Rio Grande do Sul · 51 anos · Branca · Ensino médio incompleto · Empresário · MDB · nº 15444 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2016SUPLENTE522LCarazinho, Rio Grande do Sul · 47 anos · Branca · Ensino fundamental completo · Comerciante · PMDB · nº 15444 · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.