Léo da Saúde

Foto de Leonardo Gomes Santos
Léo da Saúde
Leonardo Gomes Santos (nome civil)
2 eleições entre 2020 e 2024 · PSD
39 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Léo da Saúde (Leonardo Gomes Santos) disputou 2 eleições entre 2020 e 2024, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Manoel Vitorino em 2020. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Manoel Vitorino/BA: 5.458 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Manoel Vitorino/BA, declarou R$ 143 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 142 mil, principalmente com comícios (R$ 63 mil), serviços advocatícios (R$ 12 mil) e publicidade por adesivos (R$ 12 mil). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 3 mil.

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Evolução da votação nas eleições

5.458 votos em 2024 · 2 eleições

A votação de Leonardo Gomes Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 143 mil em receitas · R$ 142 mil em gastos

Léo da Saúde declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Manoel Vitorino (BA) em 2020, e prefeito em Manoel Vitorino (BA) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 143 mil em receitas: R$ 120 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 142 mil, principalmente com comícios (R$ 63 mil) e serviços advocatícios (R$ 12 mil). Em 2020, R$ 3 mil em gastos.

Receitas em 2024R$ 143 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 142 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22020 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Prefeito, Manoel Vitorino (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 143 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 84% · pessoas 9% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 142 mil
tudo pago (100%)
  • ComíciosR$ 63 mil44,2%
  • Serviços advocatíciosR$ 12 mil8,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 12 mil8,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 11 mil7,7%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 17 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 44 mil31,3%
2020Vereador, Manoel Vitorino (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
7 doadores pessoas físicas
pessoas 81% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil36,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil30,5%
  • Materiais impressosR$ 70021,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 34010,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 270,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892