Dr João Guilherme do NOVO (João Guilherme Oliveira de Moraes) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para prefeito e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2020 para prefeito em Curitiba/PR, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 64 mil de outros recursos do partido, R$ 352 mil de doações privadas (46 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 1,2 milhão de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com pessoal (R$ 258 mil), serviços de terceiros (R$ 216 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 213 mil).
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
40.505 votos em 2020 · 2 eleições
A votação de João Guilherme Oliveira de Moraes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2020: R$ 1,6 milhão em receitas · R$ 1,6 milhão em gastos
Dr João Guilherme do NOVO declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Curitiba (PR) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 64 mil de outros recursos do partido, R$ 352 mil de doações privadas (46 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 1,2 milhão de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,6 milhão, principalmente com pessoal (R$ 258 mil) e serviços de terceiros (R$ 216 mil).
Receitas em 2020R$ 1,6 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1,6 milhãocampanha encerrada; tudo pago
46 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
partido 4% · pessoas 22% · próprios 74%
Gasto contratado
R$ 1,6 milhão
tudo pago (100%)
PessoalR$ 258 mil16,4%
Serviços de terceirosR$ 216 mil13,7%
Materiais impressosR$ 213 mil13,6%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 192 mil12,2%
Outras 17 categoriasinclui R$ 20 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 692 mil44,1%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.