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Orlando Moura - Cabeça Branca

Foto de Orlando Ribeiro de Moura
Orlando Moura - Cabeça Branca
Orlando Ribeiro de Moura (nome civil)
5 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PC do B
45 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior

Orlando Moura - Cabeça Branca (Orlando Ribeiro de Moura) disputou 5 eleições entre 2004 e 2020, para vereador, deputado federal e prefeito, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Cajamar/SP: 822 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Cajamar/SP, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 725 de outras campanhas e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 300, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 300). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2016 (83% com publicidade por materiais impressos) e R$ 2 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

34 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Orlando Ribeiro de Moura em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 1 mil em receitas · R$ 300 em gastos

Orlando Moura - Cabeça Branca declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Cajamar (SP) em 2008, e vereador em Cajamar (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 725 de outras campanhas e R$ 300 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 300, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 300). Em 2016, 83% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 98% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com materiais de expediente.

Receitas em 2020R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 300campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Cajamar (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 71% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 300
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 300100,0%
2016Vereador, Cajamar (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido 61% · pessoas 37% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 97782,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 19516,5%
  • Locação de imóveisR$ 121,0%
2008Prefeito, Cajamar (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 42% · próprios 58%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais de expedienteR$ 2 mil98,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 231,3%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 11 lançados como "diversas a especificar"R$ 110,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.