- Materiais impressosR$ 31 mil31,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 26 mil26,4%
- Militância e mobilização de ruaR$ 20 mil20,5%
- Serviços de terceirosR$ 15 mil14,7%
- Outras 5 categoriasR$ 7 mil7,1%
João Derly (João Derly de Oliveira Nunes Júnior) disputou 5 eleições entre 2012 e 2022, para deputado estadual, prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2014; vereador de Porto Alegre em 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por RS: 106.991 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 52,4 milhões empenhados em 49 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 90 municípios; 85% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RS, declarou R$ 99 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Partidário, R$ 15 mil de outras campanhas e R$ 14 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 98 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 26 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 20 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 358 mil em 2020 (66% com pesquisas ou testes eleitorais) e R$ 797 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de João Derly de Oliveira Nunes Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
João Derly declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Porto Alegre (RS) em 2012, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2014 e 2018, prefeito em Porto Alegre (RS) em 2020, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 99 mil em receitas: R$ 70 mil do Fundo Partidário, R$ 15 mil de outras campanhas e R$ 14 mil de doações privadas (7 doadores). Os gastos contratados somam R$ 98 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 26 mil). Em 2020, 66% dos R$ 358 mil em gastos foram com pesquisas ou testes eleitorais; em 2018, R$ 797 mil em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, João Derly teve R$ 52,4 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 49 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 90 municípios. Já foram pagos R$ 44,3 milhões (85%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Porto Alegre, Canoas e Bento Gonçalves.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 12,7 milhões | R$ 8,6 milhões | 68% | 18 | 35 |
| 2018 | R$ 14,3 milhões | R$ 13,5 milhões | 94% | 12 | 31 |
| 2017 | R$ 12,3 milhões | R$ 10,1 milhões | 83% | 11 | 17 |
| 2016 | R$ 13 milhões | R$ 11,7 milhões | 90% | 8 | 45 |
| Total | R$ 52,2 milhões | R$ 43,9 milhões | 84% | 49 | 90 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.