- Materiais impressosR$ 18 mil18,0%
- Serviços contábeisR$ 18 mil17,6%
- Serviços de terceirosR$ 16 mil16,0%
- Serviços advocatíciosR$ 15 mil15,0%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 33 mil33,4%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Manuella Martins (Manuella Almeida Martins) disputou 1 eleição, em 2020, para prefeita em Pacatuba/SE e foi eleita com 4.528 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Pacatuba/SE, declarou R$ 103 mil em receitas: R$ 84 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil), serviços contábeis (R$ 18 mil) e serviços de terceiros (R$ 16 mil).
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Manuella Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Pacatuba (SE) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 103 mil em receitas: R$ 84 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e serviços contábeis (R$ 18 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.