Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Roberto (Paulo Roberto Ribeiro) disputou 7 eleições entre 1996 e 2024, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Taguatinga em 2024, 2020, 2000 e 1996; deputado estadual em 2006. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por TO: 6.931 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Taguatinga/TO, declarou R$ 201 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 201 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 35 mil), serviços contábeis (R$ 35 mil) e serviços advocatícios (R$ 25 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 157 mil em 2020 e R$ 36 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
4.650 votos em 2024 (eleito) · 7 eleições
A votação de Paulo Roberto Ribeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 201 mil em receitas · R$ 201 mil em gastos
Paulo Roberto declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Tocantins em 2006, e prefeito em Taguatinga (TO) em 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 201 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 201 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 35 mil) e serviços contábeis (R$ 35 mil). Em 2020, R$ 157 mil em gastos; em 2016, R$ 36 mil em gastos contratados.
Receitas em 2024R$ 201 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 201 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 157 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 19% · pessoas 24% · empresas 57%
Gasto contratado
R$ 140 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Locação/cessão de bens móveisR$ 48 mil34,1%
PessoalR$ 32 mil22,9%
Materiais impressosR$ 17 mil12,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil10,9%
Outras 5 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 28 mil19,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2016—LTaguatinga, Tocantins · 63 anos · Branca · Superior incompleto · Empresário · PSD · nº 55 · registro constava como indeferido com recurso nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Estadual · 2010VOTOS ANULADOSINDEFERIDO COM RECURSO5GTO · 57 anos · Ensino médio completo · Deputado · PR · nº 22456 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Prefeito · 1996ELEITO3.622LTaguatinga, Tocantins · 43 anos · Superior incompleto · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.