João Carlos Krug disputou 5 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Chapadão do Sul em 2020, 2016 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MS: 10.912 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Chapadão do Sul/MS, declarou R$ 111 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 61 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 111 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 18 mil), serviços advocatícios (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 108 mil em 2016 e R$ 86 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
10.781 votos em 2020 (eleito) · 5 eleições
A votação de João Carlos Krug em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 111 mil em receitas · R$ 111 mil em gastos
João Carlos Krug declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2006, e prefeito em Chapadão do Sul (MS) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 111 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 61 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 111 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 18 mil) e serviços advocatícios (R$ 10 mil). Em 2016, R$ 108 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 86 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 111 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 111 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 108 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 61% · pessoas 19% · empresas 16% · próprios 1% · outras 3%
Gasto contratado
R$ 188 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 67 mil35,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 34 mil17,9%
Serviços de terceirosR$ 24 mil12,5%
Publicidade por carros de somR$ 14 mil7,5%
Outras 18 categoriasinclui R$ 366 lançados como "diversas a especificar"R$ 50 mil26,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2020ELEITO10.781LChapadão do Sul, Mato Grosso do Sul · 59 anos · Branca · Superior completo · Produtor Agropecuário · PSDB · nº 45 · ver resultado completo
Prefeito · 2016ELEITO6.082LChapadão do Sul, Mato Grosso do Sul · 55 anos · Branca · Superior completo · Agrônomo · PSDB · nº 45 · ver resultado completo
Prefeito · 2012NÃO ELEITO4.432LChapadão do Sul, Mato Grosso do Sul · 51 anos · Superior completo · Produtor Agropecuário · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
Prefeito · 2000ELEITO3.320LChapadão do Sul, Mato Grosso do Sul · 39 anos · Superior completo · Proprietário de Estabelecimento Agrícola, da Pecuária e Florestal · PSDB · nº 45 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.