- Militância e mobilização de ruaR$ 305 mil49,7%
- Publicidade por adesivosR$ 81 mil13,2%
- PessoalR$ 71 mil11,6%
- Cessão ou locação de veículosR$ 60 mil9,7%
- Outras 8 categoriasR$ 97 mil15,9%

Segundo o Radar do Voto, Dr. Marcos Vinicius (PL) foi eleito deputado federal por Minas Gerais em 2026, com 67.371 votos, pelo resultado oficial do TSE. Dr. Marcos Vinicius (Marcos Vinicius da Silva Bizarro) disputou 4 eleições entre 2008 e 2026, para deputado federal, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2026; prefeito de Coronel Fabriciano em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado federal por MG: 67.371 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por MG, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 990 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 140 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 192 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 613 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 305 mil), publicidade por adesivos (R$ 81 mil) e pessoal (R$ 71 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 607 mil em 2020 e R$ 447 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcos Vinicius da Silva Bizarro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. Marcos Vinicius declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Coronel Fabriciano (MG) em 2008, prefeito em Coronel Fabriciano (MG) em 2016 e 2020, e deputado federal por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 990 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 140 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 192 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 613 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 305 mil) e publicidade por adesivos (R$ 81 mil); R$ 108 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 607 mil em gastos; em 2016, R$ 447 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.