Ademario (Ademário da Silva Oliveira) disputou 6 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Cubatão em 2020 e 2016; vereador de Cubatão em 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Cubatão/SP: 28.455 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Cubatão/SP, declarou R$ 461 mil em receitas: R$ 290 mil do Fundo Partidário, R$ 80 mil de outros recursos do partido e R$ 91 mil de doações privadas (15 doadores). Os gastos contratados somam R$ 438 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 174 mil), militância e mobilização de rua (R$ 83 mil) e serviços contábeis (R$ 40 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 99 mil em 2016 e R$ 16 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
25.297 votos em 2020 (eleito) · 6 eleições
A votação de Ademario da Silva Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 461 mil em receitas · R$ 438 mil em gastos contratados
Ademario declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Cubatão (SP) em 2008 e 2012, e prefeito em Cubatão (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 461 mil em receitas: R$ 290 mil do Fundo Partidário, R$ 80 mil de outros recursos do partido e R$ 91 mil de doações privadas (15 doadores). Os gastos contratados somam R$ 438 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 174 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 83 mil). Em 2016, R$ 99 mil em gastos contratados; em 2012, 60% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.
Receitas em 2020R$ 461 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 438 milcontratados
Gastos em 2016R$ 99 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 1% · pessoas 89% · empresas 9%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 3 mil31,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil12,4%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1731,6%
Materiais de expedienteR$ 1141,1%
Outras 2 categoriasinclui R$ 130 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil53,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004SUPLENTE851LCubatão, São Paulo · 32 anos · Superior incompleto · Advogado · PSDB · nº 45679 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2000SUPLENTE418LCubatão, São Paulo · 28 anos · Ensino médio completo · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PSDB · nº 45679 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PV
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.