Julio Cesar Leirias Flores

Foto de Julio Cesar Leirias Flores
Julio Cesar Leirias Flores
13 eleições entre 1996 e 2020 · PSTU
61 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
redes informadas ao TSE
Comparar

Julio Flores (Julio Cesar Leirias Flores) disputou 13 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, governador, senador, vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para senador por RS: 24.642 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Porto Alegre/RS, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 11 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 5 mil de doações privadas (5 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 5 mil), serviços advocatícios (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 37 mil em 2018 (46% com publicidade por materiais impressos) e R$ 14 mil em 2016.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

852 votos em 2020 · 13 eleições

A votação de Julio Cesar Leirias Flores em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoSenadorGovernadorVereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 18 mil em receitas · R$ 14 mil em gastos

Julio Flores declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Porto Alegre (RS) em 2008 e 2012, governador por Rio Grande do Sul em 2010 e 2018, senador por Rio Grande do Sul em 2014, e prefeito em Porto Alegre (RS) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 11 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 5 mil de doações privadas (5 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 5 mil) e serviços advocatícios (R$ 3 mil). Em 2018, 46% dos R$ 37 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 44% dos R$ 14 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2020R$ 18 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 14 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 37 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas7de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
5 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 61% · partido e outras campanhas 9% · pessoas 30%
Gasto contratado
R$ 14 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 5 mil35,8%
  • Serviços advocatíciosR$ 3 mil21,5%
  • Materiais impressosR$ 2 mil15,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil14,3%
  • Outras 5 categoriasR$ 2 mil12,9%
2018Governador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 37 mil
7 doadores pessoas físicas
FEFC 80% · pessoas 20%
Gasto contratado
R$ 37 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 17 mil45,7%
  • Serviços de terceirosR$ 11 mil28,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil10,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil4,9%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 4 mil10,1%
2016Prefeito, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 53% · pessoas 34% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 6 mil44,0%
  • Materiais impressosR$ 3 mil18,0%
  • Serviços de terceirosR$ 430,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 260,2%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 1 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 5 mil37,5%
Ver as 4 campanhas anteriores
2014Senador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
sem doações de pessoas
partido 79% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5 mil55,2%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil21,4%
  • Materiais impressosR$ 2 mil20,9%
  • Locação de imóveisR$ 1521,9%
  • Outras 4 categoriasR$ 520,6%
2012Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil53,1%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil23,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil23,4%
2010Governador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 84% · pessoas 16%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 50616,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil83,8%
2008Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 77% · empresas 23%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil97,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 761,8%
  • AlimentaçãoR$ 180,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

13 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Julio Cesar Leirias Flores (Julio Flores): candidaturas e votos · Radar do Voto