Guilherme dos Reis Gazzola

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Guilherme dos Reis Gazzola
6 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PL
51 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Prefeito
redes informadas ao TSE
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Guilherme Gazzola (Guilherme dos Reis Gazzola) disputou 6 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito, deputado estadual, vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Itu em 2020 e 2016; vereador de Itu em 2008 e 2000. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Itu/SP: 32.115 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Itu/SP, declarou R$ 472 mil em receitas: R$ 168 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de outros recursos do partido, R$ 207 mil de doações privadas (69 doadores) e R$ 64 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 436 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 115 mil), militância e mobilização de rua (R$ 106 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 55 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 205 mil em 2016 e R$ 91 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

32.115 votos em 2020 (eleito) · 6 eleições

A votação de Guilherme dos Reis Gazzola em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 472 mil em receitas · R$ 436 mil em gastos

Guilherme Gazzola declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Itu (SP) em 2008, deputado estadual por São Paulo em 2010, e prefeito em Itu (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 472 mil em receitas: R$ 168 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil do Fundo Partidário, R$ 8 mil de outros recursos do partido, R$ 207 mil de doações privadas (69 doadores) e R$ 64 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 436 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 115 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 106 mil). Em 2016, R$ 205 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 91 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 472 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 436 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 205 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2010, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Itu (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 472 mil
69 doadores pessoas físicas
FEFC 36% · Fundo Partidário 5% · partido 2% · pessoas 44% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 436 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 115 mil26,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 106 mil24,4%
  • Materiais impressosR$ 55 mil12,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 41 mil9,4%
  • Outras 14 categoriasR$ 119 mil27,3%
2016Prefeito, Itu (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 205 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 86% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 205 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 68 mil33,4%
  • Materiais impressosR$ 30 mil14,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 29 mil14,3%
  • Serviços de terceirosR$ 18 mil9,0%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 6 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 58 mil28,4%
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 97 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 34% · empresas 59% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 91 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 25 mil27,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 19 mil21,2%
  • Materiais impressosR$ 17 mil18,3%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil10,7%
  • Outras 8 categoriasR$ 20 mil22,3%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Itu (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 53% · empresas 46%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil14,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil10,8%
  • Publicidade por telemarketingR$ 2 mil9,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil6,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 12 mil58,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2008, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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