Lucas Moraes

Foto de Lucas da Silva Moraes
Lucas Moraes
Lucas da Silva Moraes (nome civil)
2 eleições entre 2020 e 2024 · último partido MDB
27 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Prefeito
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Lucas Moraes (Lucas da Silva Moraes) disputou 2 eleições entre 2020 e 2024, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Bom Princípio do Piauí em 2020. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Bom Princípio do Piauí/PI: 2.680 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Bom Princípio do Piauí/PI, declarou R$ 56 mil em receitas: R$ 35 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 22 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 108 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 61 mil), serviços advocatícios (R$ 20 mil) e serviços contábeis (R$ 20 mil). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 35 mil, 42% com publicidade por adesivos.

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Evolução da votação nas eleições

2.680 votos em 2024 · 2 eleições

A votação de Lucas da Silva Moraes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 56 mil em receitas · R$ 108 mil em gastos contratados

Lucas Moraes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Bom Princípio do Piauí (PI) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 56 mil em receitas: R$ 35 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 22 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 108 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 61 mil) e serviços advocatícios (R$ 20 mil). Em 2020, 42% dos R$ 35 mil em gastos foram com publicidade por adesivos.

Receitas em 2024R$ 56 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 108 milcontratados
Gastos em 2020R$ 35 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22020 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Prefeito, Bom Princípio do Piauí (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 56 mil
9 doadores pessoas físicas
FEFC 62% · pessoas 38%
Gasto contratado
R$ 108 mil
pago: R$ 34 mil (31%)
  • Materiais impressosR$ 61 mil56,0%
  • Serviços advocatíciosR$ 20 mil18,4%
  • Serviços contábeisR$ 20 mil18,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil2,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 5 mil4,4%
2020Prefeito, Bom Princípio do Piauí (PI)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 36 mil
13 doadores pessoas físicas
pessoas 84% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 35 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 15 mil41,8%
  • Materiais impressosR$ 14 mil40,0%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3 mil8,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil7,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 9752,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892