Verdi

Foto de Verdi Lucio Melo
Verdi
Verdi Lucio Melo (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2026 · último partido AVANTE
73 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Contador
Candidato a Deputado Estadual · Minas Gerais · Eleições 2026 · AVANTE · nº 70100
redes informadas ao TSE

Verdi (AVANTE) ficou como suplente de deputado estadual por Minas Gerais em 2026, com 34.727 votos, pelo resultado oficial do TSE. Verdi (Vérdi Lúcio Melo) disputou 8 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: prefeito de Varginha em 2020; vice-prefeito de Varginha em 2016 e 2012; vereador de Varginha em 2008, 2004 e 1996. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Varginha/MG: 36.518 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por MG, declarou R$ 547 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 130 mil do Fundo Partidário, R$ 167 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 423 mil, principalmente com pessoal (R$ 229 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 68 mil) e serviços de terceiros (R$ 35 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 575 mil em 2020 e R$ 24 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

34.727 votos em 2026 · 8 eleições

A votação de Verdi Lucio Melo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 547 mil em receitas · R$ 423 mil em gastos contratados

Verdi declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Varginha (MG) em 2008, prefeito em Varginha (MG) em 2020, e deputado estadual por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 547 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 130 mil do Fundo Partidário, R$ 167 mil de doações privadas (16 doadores) e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 423 mil, principalmente com pessoal (R$ 229 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 68 mil); R$ 333 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 575 mil em gastos; em 2008, R$ 24 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.

Receitas em 2026R$ 547 milparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 423 milcontratados, parcial; R$ 333 mil pagos
Gastos em 2020R$ 575 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32008, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 547 mil
16 doadores pessoas físicas
FEFC 37% · Fundo Partidário 24% · pessoas 31% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 423 mil
pago até agora: R$ 333 mil (79%)
  • PessoalR$ 229 mil54,1%
  • Materiais impressosR$ 68 mil16,2%
  • Serviços de terceirosR$ 35 mil8,4%
  • Locação de imóveisR$ 25 mil5,9%
  • Outras 11 categoriasR$ 65 mil15,5%
2020Prefeito, Varginha (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 578 mil
11 doadores pessoas físicas
FEFC 56% · pessoas 36% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 575 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 173 mil30,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 81 mil14,1%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 66 mil11,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 48 mil8,3%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 56 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 100 doados a outros candidatos e partidosR$ 207 mil36,1%
2008Vereador, Varginha (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 24 mil
30 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 15% · empresas 6% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 24 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil29,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil16,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil9,2%
  • PessoalR$ 2 mil6,6%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 585 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil37,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892