Rodrigo de Castro Borges

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Rodrigo de Castro Borges
2 eleições entre 2012 e 2020 · último partido REPUBLICANOS
43 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE
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Dr Rodrigo Borges Indiozinho (Rodrigo de Castro Borges) disputou 2 eleições entre 2012 e 2020, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Rio Pardo em 2012. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Rio Pardo/RS: 4.318 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Rio Pardo/RS, declarou R$ 109 mil em receitas: R$ 105 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 106 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 25 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 18 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil.

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Evolução da votação nas eleições

4.318 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Rodrigo de Castro Borges em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 109 mil em receitas · R$ 106 mil em gastos

Dr Rodrigo Borges Indiozinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Rio Pardo (RS) em 2012, e prefeito em Rio Pardo (RS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 109 mil em receitas: R$ 105 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 106 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 25 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 18 mil). Em 2012, R$ 2 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 109 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 106 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Rio Pardo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 109 mil
doações de pessoas
FEFC 97% · pessoas 3%
Gasto contratado
R$ 106 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 25 mil23,4%
  • Materiais impressosR$ 14 mil12,9%
  • Serviços de terceirosR$ 13 mil12,3%
  • Locação de imóveisR$ 8 mil7,6%
  • PessoalR$ 1 mil0,9%
  • Outras 9 categoriasR$ 45 mil42,9%
2012Vereador, Rio Pardo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 17% · pessoas 30% · próprios 53%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 67332,7%
  • Materiais impressosR$ 45021,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 93545,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Rodrigo de Castro Borges (Dr Rodrigo Borges Indiozinho): candidaturas e votos · Radar do Voto