Alexandre Evaristo Cunha

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Alexandre Evaristo Cunha
8 eleições entre 1996 e 2020 · último partido REPUBLICANOS
52 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Alexandre Cunha (Alexandre Evaristo Cunha) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, deputado federal, deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Praia Grande em 2004 e 2000; vereador de Praia Grande em 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Praia Grande/SP: 53.475 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Praia Grande/SP, declarou R$ 247 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 15 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 240 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 81 mil), pessoal (R$ 72 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 49 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 636 mil em 2014 (60% com pessoal) e R$ 164 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

12.001 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Alexandre Evaristo Cunha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. EstadualDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 247 mil em receitas · R$ 240 mil em gastos

Alexandre Cunha declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Praia Grande (SP) em 2008, 2012 e 2020, deputado estadual por São Paulo em 2010, e deputado federal por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 247 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil do Fundo Partidário, R$ 15 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 240 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 81 mil) e pessoal (R$ 72 mil). Em 2014, 60% dos R$ 636 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, R$ 164 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 247 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 240 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 636 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Praia Grande (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 247 mil
25 doadores pessoas físicas
FEFC 81% · Fundo Partidário 1% · pessoas 6% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 240 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 81 mil33,6%
  • PessoalR$ 72 mil29,9%
  • Materiais impressosR$ 49 mil20,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 15 mil6,2%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil9,6%
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 636 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 20% · empresas 60% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 636 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 380 mil59,8%
  • Materiais impressosR$ 118 mil18,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 58 mil9,2%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 33 mil5,2%
  • Outras 10 categoriasR$ 46 mil7,2%
2012Prefeito, Praia Grande (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 298 mil
16 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário menos de 1% · partido 41% · pessoas 5% · empresas 15% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 164 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 50 mil30,4%
  • Serviços de terceirosR$ 42 mil25,8%
  • Materiais impressosR$ 29 mil17,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 23 mil14,3%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 19 mil11,7%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 596 mil
41 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 20% · empresas 53% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 596 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 323 mil54,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 43 mil7,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 27 mil4,6%
  • Materiais impressosR$ 23 mil3,8%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 180 mil30,2%
2008Prefeito, Praia Grande (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 373 mil
29 doadores pessoas físicas
pessoas 57% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 117 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 117 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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