Dr. Daniel declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Ananindeua (PA) em 2012 e 2016, deputado estadual por Pará em 2018, prefeito em Ananindeua (PA) em 2020 e 2024, e governador por Pará em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,8 milhões em receitas: R$ 2,8 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 6 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 3 milhões, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 2 milhões) e militância e mobilização de rua (R$ 123 mil); R$ 2,4 milhões já foram pagos. Em 2024, R$ 1,5 milhão em gastos; em 2020, R$ 1,2 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Receitas em 2026R$ 2,8 milhõesparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2026R$ 3 milhõescontratados, parcial; R$ 2,4 milhões pagos
Gastos em 2024R$ 1,5 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2012 a 2026
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 2,8 milhões
doações de pessoas
FEFC 99% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3 milhões
pago até agora: R$ 2,4 milhões (81%)
- Impulsionamento de conteúdosR$ 2 milhões67,1%
- Militância e mobilização de ruaR$ 123 mil4,1%
- Locação de imóveisR$ 117 mil3,9%
- PessoalR$ 57 mil1,9%
- Materiais impressosR$ 52 mil1,8%
- Outras 15 categoriasinclui R$ 46 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 630 mil21,2%
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
sem doações de pessoas
FEFC 80% · Fundo Partidário menos de 1% · partido 13% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
tudo pago (100%)
- Militância e mobilização de ruaR$ 280 mil18,8%
- Serviços de terceirosR$ 131 mil8,8%
- Materiais impressosR$ 93 mil6,2%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 75 mil5,0%
- Locação de imóveisR$ 28 mil1,9%
- Outras 15 categoriasinclui R$ 45 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 885 mil59,3%
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
49 doadores pessoas físicas
FEFC 8% · pessoas 80% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
tudo pago (100%)
- Materiais impressosR$ 394 mil33,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 68 mil5,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 45 mil3,8%
- Locação de imóveisR$ 12 mil1,0%
- Outras 15 categoriasinclui R$ 13 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 658 mil55,9%
Ver as 3 campanhas anteriores
Arrecadado
R$ 305 mil
29 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 56% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 285 mil
tudo pago (100%)
- Materiais impressosR$ 110 mil38,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 78 mil27,3%
- Locação de imóveisR$ 30 mil10,5%
- Serviços de terceirosR$ 24 mil8,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil1,8%
- Outras 7 categoriasR$ 38 mil13,2%
Arrecadado
R$ 82 mil
32 doadores pessoas físicas
partido menos de 1% · pessoas 88% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 82 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 15 mil18,3%
- Materiais impressosR$ 15 mil18,1%
- Militância e mobilização de ruaR$ 13 mil15,8%
- Militância e mobilização de ruaR$ 10 mil12,2%
- PessoalR$ 8 mil9,7%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 90 lançados como "diversas a especificar"R$ 21 mil25,9%
Arrecadado
R$ 49 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 22% · pessoas 41% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 873,1%
- Outras 5 categoriasR$ 3 mil96,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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