Pedro Aguiar Adjuto

Foto de Pedro Aguiar Adjuto
Pedro Aguiar Adjuto
5 eleições entre 2012 e 2024 · último partido PSD
44 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE
Comparar

Pedro Adjuto (Pedro Aguiar Adjuto) disputou 5 eleições entre 2012 e 2024, para vice-prefeito, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Paracatu em 2024; vereador de Paracatu em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por MG: 7.869 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Paracatu/MG, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 18 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 12 mil), serviços de terceiros (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 104 mil em 2018 (42% com pessoal) e R$ 23 mil em 2016.

Vice-Prefeito · 2024
40.976
votos · Paracatu, Minas Gerais · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

801 votos em 2020 (eleito) · 5 eleições

A votação de Pedro Aguiar Adjuto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 30 mil em receitas · R$ 27 mil em gastos

Pedro Adjuto declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Paracatu (MG) em 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 18 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 12 mil) e serviços de terceiros (R$ 5 mil). Em 2018, 42% dos R$ 104 mil em gastos foram com pessoal; em 2016, 68% dos R$ 23 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 30 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 27 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 104 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42012, 2016, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Paracatu (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 59% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 27 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 12 mil43,7%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil18,4%
  • Materiais impressosR$ 3 mil12,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil7,4%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 560 lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil18,3%
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 120 mil
10 doadores pessoas físicas
FEFC 68% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 23% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 104 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 44 mil42,3%
  • Materiais impressosR$ 21 mil19,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 11 mil10,6%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 10 mil9,6%
  • Outras 7 categoriasR$ 18 mil17,6%
2016Vereador, Paracatu (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 99%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 16 mil68,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 4 mil18,1%
  • Materiais impressosR$ 2 mil7,1%
  • Serviços de terceirosR$ 6502,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 9274,0%
Ver a campanha anterior
2012Vereador, Paracatu (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 38% · empresas 35%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil53,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil16,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil9,9%
  • ComíciosR$ 1 mil8,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil11,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Pedro Aguiar Adjuto (Pedro Adjuto): candidaturas e votos · Radar do Voto