Alan Barbiero (Alan Kardec Martins Barbiero) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para prefeito, deputado estadual e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por TO: 10.708 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Palmas/TO, declarou R$ 835 mil em receitas: R$ 760 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 20 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 814 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 236 mil), pessoal (R$ 115 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 109 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 283 mil.
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Evolução da votação nas eleições
2.028 votos em 2020 · 3 eleições
A votação de Alan Kardec Martins Barbiero em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 835 mil em receitas · R$ 814 mil em gastos
Alan Barbiero declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Tocantins em 2014, e prefeito em Palmas (TO) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 835 mil em receitas: R$ 760 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 50 mil do Fundo Partidário, R$ 20 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 814 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 236 mil) e pessoal (R$ 115 mil). Em 2014, R$ 283 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 835 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 814 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 283 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 13% · pessoas 29% · empresas 15% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 283 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 74 mil26,2%
Militância e mobilização de ruaR$ 19 mil6,9%
Materiais impressosR$ 15 mil5,3%
Locação de imóveisR$ 15 mil5,2%
PessoalR$ 10 mil3,5%
Outras 15 categoriasR$ 149 mil52,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2014SUPLENTE10.708GTO · 47 anos · Branca · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PSB · nº 40123 · ver resultado completoprestação de contas
Vice-Prefeito · 2012NÃO ELEITO5.807LPalmas, Tocantins · 45 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PR · nº 22 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.