- Militância e mobilização de ruaR$ 920 mil45,0%
- Serviços de terceirosR$ 464 mil22,6%
- Materiais impressosR$ 274 mil13,4%
- Locação de imóveisR$ 15 mil0,7%
- PessoalR$ 12 mil0,6%
- Outras 9 categoriasR$ 363 mil17,7%
Christiane Yared (Christiane de Souza Yared) disputou 4 eleições entre 2014 e 2022, para deputada federal e prefeita. Ela foi eleita 2 vezes: deputada federal em 2018 e 2014. A maior votação foi em 2014, para deputada federal por PR: 200.144 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 132,1 milhões empenhados em 59 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 83 municípios; 94% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputada federal por PR, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,9 milhão do Fundo Partidário e R$ 58 mil de doações privadas (16 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 920 mil), serviços de terceiros (R$ 464 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 274 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 3 milhões em 2020 e R$ 2,4 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Christiane de Souza Yared em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Christiane Yared declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputada federal por Paraná em 2014, 2018 e 2022, e prefeita em Curitiba (PR) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,9 milhão do Fundo Partidário e R$ 58 mil de doações privadas (16 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2 milhões, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 920 mil) e serviços de terceiros (R$ 464 mil). Em 2020, R$ 3 milhões em gastos; em 2018, 90% dos R$ 2,4 milhões em gastos foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Christiane Yared teve R$ 132,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 59 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 83 municípios. Já foram pagos R$ 124,3 milhões (94%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (56%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Ibaiti, Umuarama e Pérola d'Oeste. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 80,7 milhões em 34 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 51,4 milhões em 25 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 32 milhões | R$ 31,1 milhões | 97% | 16 | 10 |
| 2022 | R$ 18,1 milhões | R$ 17,9 milhões | 99% | 5 | 11 |
| 2021 | R$ 15,4 milhões | R$ 13,8 milhões | 90% | 6 | 8 |
| 2020 | R$ 15,2 milhões | R$ 11,7 milhões | 77% | 7 | 6 |
| Legislatura 2019 a 2022 | R$ 80,7 milhões | R$ 74,5 milhões | 92% | 34 | 27 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.