Tony Sechi

Foto de Tony de Siqueira Sechi
Tony Sechi
Tony de Siqueira Sechi (nome civil)
5 eleições entre 2016 e 2024 · PSB
33 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tony Sechi (Tony de Siqueira Sechi) disputou 5 eleições entre 2016 e 2024, para vereador, deputado estadual, prefeito e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Pelotas/RS: 12.814 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Pelotas/RS, declarou R$ 84 mil em receitas: R$ 82 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 86 do Fundo Partidário e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 81 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 25 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 167 mil em 2022 (65% com pessoal) e R$ 292 mil em 2020.

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Evolução da votação nas eleições

512 votos em 2024 · 5 eleições

A votação de Tony de Siqueira Sechi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 84 mil em receitas · R$ 81 mil em gastos

Tony Sechi declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Pelotas (RS) em 2016 e 2024, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2018, prefeito em Pelotas (RS) em 2020, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 84 mil em receitas: R$ 82 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 86 do Fundo Partidário e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 81 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 25 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil). Em 2022, 65% dos R$ 167 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2020, R$ 292 mil em gastos.

Receitas em 2024R$ 84 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 81 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 167 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2016 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Pelotas (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 84 mil
doações de pessoas
FEFC 98% · Fundo Partidário menos de 1% · pessoas 1%
Gasto contratado
R$ 81 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 25 mil31,1%
  • Materiais impressosR$ 15 mil18,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil12,1%
  • PessoalR$ 8 mil10,5%
  • Outras 7 categoriasR$ 23 mil28,2%
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 166 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 60% · partido e outras campanhas 35% · pessoas 1% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 167 mil
pago: R$ 160 mil (96%)
  • PessoalR$ 108 mil64,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 18 mil10,6%
  • Materiais impressosR$ 13 mil7,6%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil4,7%
  • Outras 8 categoriasR$ 21 mil12,5%
2020Prefeito, Pelotas (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 294 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 85% · Fundo Partidário 14% · pessoas menos de 1% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 292 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 85 mil29,2%
  • PessoalR$ 54 mil18,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 39 mil13,4%
  • Materiais impressosR$ 29 mil9,9%
  • Outras 14 categoriasR$ 84 mil28,8%
Ver as 2 campanhas anteriores
2018Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 529 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 95% · Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 1% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 523 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 346 mil66,1%
  • Materiais impressosR$ 44 mil8,4%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 25 mil4,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 18 mil3,4%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 13 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 91 mil17,3%
2016Vereador, Pelotas (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 44 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 79% · pessoas 4% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 44 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 17 mil37,7%
  • PessoalR$ 10 mil21,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil11,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil11,7%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil16,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892