60 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Silvio Magalhaes (Silvio José Magalhães) disputou 5 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito, vereador e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Bertioga/SP: 7.933 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Bertioga/SP, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 90 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 15 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 106 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 23 mil), serviços advocatícios (R$ 20 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 14 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8 mil em 2016 e R$ 764 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
2.698 votos em 2020 · 5 eleições
A votação de Silvio Jose Magalhaes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 105 mil em receitas · R$ 106 mil em gastos contratados
Silvio Magalhaes declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Bertioga (SP) em 2008 e 2020, e vereador em Bertioga (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 105 mil em receitas: R$ 90 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 15 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 106 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 23 mil) e serviços advocatícios (R$ 20 mil). Em 2016, R$ 8 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 764 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 105 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 106 milcontratados
Gastos em 2016R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 76% · pessoas 11% · empresas 9% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 764 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 232 mil30,4%
Materiais impressosR$ 150 mil19,6%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 38 mil5,0%
AlimentaçãoR$ 32 mil4,2%
Outras 20 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 114 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 311 mil40,7%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2012NÃO ELEITO0LBertioga, São Paulo · 52 anos · Superior completo · Empresário · PR · nº 22 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Prefeito · 2000NÃO ELEITO3.085LBertioga, São Paulo · 40 anos · Superior completo · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PT · nº 13 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.