- Serviços de terceirosR$ 477 mil31,7%
- PessoalR$ 163 mil10,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 150 mil10,0%
- Materiais impressosR$ 143 mil9,5%
- Outras 14 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 571 mil37,9%
João Arruda (João José de Arruda Junior) disputou 4 eleições entre 2010 e 2020, para prefeito, governador e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2014 e 2010. A maior votação foi em 2018, para governador por PR: 705.976 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 55,5 milhões empenhados em 51 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 83 municípios; 92% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2020 para prefeito em Curitiba/PR, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 54 mil do Fundo Partidário e R$ 14 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 477 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 334 mil) e pessoal (R$ 163 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6,4 milhões em 2018 (48% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 1,7 milhão em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Joao Jose de Arruda Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
João Arruda declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Paraná em 2010 e 2014, governador por Paraná em 2018, e prefeito em Curitiba (PR) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 54 mil do Fundo Partidário e R$ 14 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 477 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 334 mil). Em 2018, 48% dos R$ 6,4 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2014, R$ 1,7 milhão em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, João Arruda teve R$ 55,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 51 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 83 municípios. Já foram pagos R$ 51,3 milhões (92%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (49%). As cidades que mais receberam foram Bandeirantes, Santa Mariana e Tomazina.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 15 milhões | R$ 14,4 milhões | 96% | 25 | 11 |
| 2018 | R$ 14,8 milhões | R$ 13 milhões | 88% | 9 | 28 |
| 2017 | R$ 12,4 milhões | R$ 11 milhões | 88% | 8 | 24 |
| 2016 | R$ 13,4 milhões | R$ 12,6 milhões | 94% | 9 | 52 |
| Total | R$ 55,5 milhões | R$ 51 milhões | 92% | 51 | 83 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.