Dirlei Bernardi dos Santos disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para prefeita e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: prefeita de Maximiliano de Almeida em 2016; vereadora de Maximiliano de Almeida em 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeita em Maximiliano de Almeida/RS: 1.506 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Maximiliano de Almeida/RS, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6 mil), publicidade por adesivos (R$ 5 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 21 mil em 2016 e R$ 4 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
929 votos em 2020 · 3 eleições
A votação de Dirlei Bernardi dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 28 mil em receitas · R$ 26 mil em gastos
Dirlei Bernardi dos Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Maximiliano de Almeida (RS) em 2012, e prefeita em Maximiliano de Almeida (RS) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 6 mil) e publicidade por adesivos (R$ 5 mil). Em 2016, R$ 21 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 4 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 28 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 26 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 21 milcontratados, campanha encerrada
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 60014,1%
Serviços de terceirosR$ 51011,9%
Outras 2 categoriasR$ 68116,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2020NÃO ELEITO929LMaximiliano de Almeida, Rio Grande do Sul · 48 anos · Branca · Superior completo · Prefeito · PT · nº 13 · ver resultado completo
Prefeito · 2016ELEITO1.506LMaximiliano de Almeida, Rio Grande do Sul · 44 anos · Branca · Superior completo · Servidor Público Municipal · PT · nº 13 · ver resultado completo
Vereador · 2012ELEITO281LMaximiliano de Almeida, Rio Grande do Sul · 40 anos · Ensino fundamental completo · Servidor Público Municipal · PT · nº 13213 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.