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Cabelo do Povão

Foto de Liomar Mendes Lisbôa
Cabelo do Povão
Liomar Mendes Lisbôa (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2024 · último partido PDT
57 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio incompleto
Servidor Público Municipal
redes informadas ao TSE

Cabelo do Povão (Liomar Mendes Lisbôa) disputou 8 eleições entre 1996 e 2024, para prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Francisco Alves em 2020, 2016, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Francisco Alves/PR: 1.942 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Francisco Alves/PR, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2 mil em 2020 (57% com publicidade por materiais impressos) e R$ 23 mil em 2020.

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Evolução da votação nas eleições

1.279 votos em 2024 (anulados) · 8 eleições

A votação de Liomar Mendes Lisbôa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 10 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos

Cabelo do Povão declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Francisco Alves (PR) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e prefeito em Francisco Alves (PR) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 3 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Partidário e R$ 5 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 5 mil). Em 2020, 57% dos R$ 2 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, R$ 23 mil em gastos.

Receitas em 2024R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2008 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Prefeito, Francisco Alves (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 50% · pessoas 50%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 5 mil100,0%
2020Vereador, Francisco Alves (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido 14% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 90057,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 66542,4%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 30,2%
2020Prefeito, Francisco Alves (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 41% · pessoas 23% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 23 mil
tudo pago (100%)
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 7 mil31,2%
  • Serviços advocatíciosR$ 5 mil21,7%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil21,7%
  • Materiais impressosR$ 3 mil14,1%
  • Outras 5 categoriasR$ 3 mil11,2%
Ver as 3 campanhas anteriores
2016Vereador, Francisco Alves (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 17% · pessoas 7% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil35,6%
  • PessoalR$ 1 mil26,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 48111,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3207,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 73118,0%
2012Vereador, Francisco Alves (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 816
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 810
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 40049,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 21026,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 20024,7%
2008Vereador, Francisco Alves (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 37% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil30,9%
  • Materiais impressosR$ 1002,5%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 300,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil65,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2004, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.