Zé Maria (José Maria Ferreira Rangel) disputou 3 eleições entre 2018 e 2022, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por RJ: 25.589 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RJ, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 784 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 202 mil de doações privadas (40 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 995 mil, principalmente com pessoal (R$ 557 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 282 mil) e serviços de terceiros (R$ 70 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 90 mil em 2020 e R$ 551 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
25.589 votos em 2022 · 3 eleições
A votação de José Maria Ferreira Rangel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 1 milhão em receitas · R$ 995 mil em gastos contratados
Zé Maria declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2018 e 2022, e vereador em Campos (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 784 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outras campanhas, R$ 202 mil de doações privadas (40 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 995 mil, principalmente com pessoal (R$ 557 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 282 mil). Em 2020, R$ 90 mil em gastos contratados; em 2018, 42% dos R$ 551 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2022R$ 1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 995 milcontratados
Gastos em 2020R$ 90 milcontratados, campanha encerrada
19 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 89% · partido e outras campanhas 1% · pessoas 10%
Gasto contratado
R$ 551 mil
pago: R$ 518 mil (94%)
PessoalR$ 231 mil41,9%
Materiais impressosR$ 89 mil16,2%
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 79 mil14,4%
Publicidade por adesivosR$ 64 mil11,7%
Outras 10 categoriasR$ 87 mil15,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 20202.934não eleitoLCampos, Rio de Janeiro · 58 anos · Branca · Ensino médio completo · Petroleiro · PT · nº 13456 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Federal · 2018SUPLENTE20.591GRJ · 56 anos · Branca · Ensino médio completo · Servidor Público Federal · PT · nº 1350 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.