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Anibal

Foto de Anibal Furtado Maciel
Anibal
Anibal Furtado Maciel (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PTB
45 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Jornalista e Redator
redes informadas ao TSE

Anibal (Anibal Furtado Maciel) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para vereador e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Boqueirão em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2008, para vereador em Boqueirão/PB: 514 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Boqueirão/PB, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 2 mil), serviços contábeis (R$ 700) e publicidade por materiais impressos (R$ 550). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6 mil em 2012 (72% com cessão ou locação de veículos) e R$ 5 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

96 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Anibal Furtado Maciel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 6 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos

Anibal declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Boqueirão (PB) em 2008, 2012, 2020 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 2 mil) e serviços contábeis (R$ 700). Em 2020, 42% dos R$ 833 em gastos foram com serviços advocatícios; em 2012, 72% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2020R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 833campanha encerrada; tudo pago
Campanhas42008, 2012 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Boqueirão (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
FEFC 50% · pessoas 50%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil60,0%
  • Serviços contábeisR$ 70022,4%
  • Materiais impressosR$ 55017,6%
2020Vereador, Boqueirão (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 833
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 833
tudo pago (100%)
  • Serviços advocatíciosR$ 35042,0%
  • Serviços contábeisR$ 35042,0%
  • Materiais impressosR$ 11013,2%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 232,8%
2012Vereador, Boqueirão (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
doações de pessoas
pessoas 36% · próprios 64%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil71,9%
  • Materiais impressosR$ 72011,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 67811,0%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 340 lançados como "diversas a especificar"R$ 3405,5%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Boqueirão (PB)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil25,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 73014,0%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 60011,5%
  • Serviços de terceirosR$ 4007,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 2 mil41,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.