Corado (Joaquim Francisco da Silva Corado) disputou 10 eleições entre 1994 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Amaturá em 2016; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por AM: 6.728 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Amaturá/AM, declarou R$ 80 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 50 mil de doações privadas (17 doadores). Os gastos contratados somam R$ 61 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 16 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 58 mil em 2016 (46% com pessoal) e R$ 107 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
1.784 votos em 2020 · 10 eleições
A votação de Joaquim Francisco da Silva Corado em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 80 mil em receitas · R$ 61 mil em gastos
Corado declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Amazonas em 2006, 2010 e 2014, e prefeito em Amaturá (AM) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 80 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 50 mil de doações privadas (17 doadores). Os gastos contratados somam R$ 61 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 16 mil). Em 2016, 46% dos R$ 58 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2014, 52% dos R$ 107 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2020R$ 80 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 61 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 58 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE4.926GAM · 55 anos · Superior completo · Servidor Publico Civil Aposentado · PPS · nº 23456 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PPS / PTB / PTN / PSC / PSDC
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE4.881GAM · 51 anos · Superior completo · Advogado · PPB · nº 11110 · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PPB / PSB / PSL / PT
Deputado Estadual · 1994ELEITO6.728GAM · 47 anos · Superior completo · Funcionario Publico · PRP · nº 44144 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.