Celso Coelho (Celso Viana Coelho) disputou 6 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito, deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Machadinho do Oeste em 2008. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RO: 2.805 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Machadinho do Oeste/RO, declarou R$ 60 mil em receitas: R$ 42 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 18 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 16 mil), publicidade por adesivos (R$ 9 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 53 mil em 2014 (54% com publicidade por materiais impressos) e R$ 8 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
1.193 votos em 2020 · 6 eleições
A votação de Celso Viana Coelho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 60 mil em receitas · R$ 42 mil em gastos
Celso Coelho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Machadinho do Oeste (RO) em 2008, deputado estadual por Rondônia em 2014, e prefeito em Machadinho do Oeste (RO) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 60 mil em receitas: R$ 42 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 18 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 42 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 16 mil) e publicidade por adesivos (R$ 9 mil). Em 2014, 54% dos R$ 53 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 8 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 60 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 42 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 53 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 10% · pessoas 45% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 2 mil22,7%
Combustíveis e lubrificantesR$ 88610,9%
PessoalR$ 4305,3%
Serviços de terceirosR$ 4004,9%
Outras 4 categoriasinclui R$ 92 lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil56,1%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2012—LMachadinho do Oeste, Rondônia · 46 anos · Superior completo · Vereador · PV · nº 43 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PRB / PMDB / PMN / PSL / PT do B / PC do B / PHS / PRP / PV / PSB
Vice-Prefeito · 2004—LVale do Anari, Rondônia · 38 anos · Superior completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PMDB · nº 45 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Vereador · 2000SUPLENTE214LMachadinho do Oeste, Rondônia · 34 anos · Ensino médio completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PMDB · nº 15622 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.