- PessoalR$ 126 mil45,6%
- Materiais impressosR$ 48 mil17,4%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 25 mil9,1%
- Publicidade por adesivosR$ 23 mil8,2%
- Outras 7 categoriasR$ 54 mil19,6%
Diego Miranda (Diego Henrique Rodrigues Miranda) disputou 6 eleições entre 2008 e 2024, para prefeito, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Cruzeiro em 2020 e 2012. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Cruzeiro/SP: 14.538 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Cruzeiro/SP, declarou R$ 283 mil em receitas: R$ 54 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de outros recursos do partido, R$ 156 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 59 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 275 mil, principalmente com pessoal (R$ 126 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 48 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 25 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 5 mil em 2020 (52% com pessoal) e R$ 58 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Diego Henrique Rodrigues Miranda em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Diego Miranda declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Cruzeiro (SP) em 2008, 2012 e 2020, prefeito em Cruzeiro (SP) em 2016 e 2024, e deputado estadual por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 283 mil em receitas: R$ 54 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de outros recursos do partido, R$ 156 mil de doações privadas (13 doadores) e R$ 59 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 275 mil, principalmente com pessoal (R$ 126 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 48 mil). Em 2020, 52% dos R$ 5 mil em gastos foram com pessoal; em 2018, 75% dos R$ 58 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.