Chico Clemente (Francisco Carlos Clemente) disputou 3 eleições entre 2010 e 2024, para vice-prefeito, prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Tangará da Serra/MT: 5.812 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Tangará da Serra/MT, declarou R$ 260 mil em receitas: R$ 210 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 255 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 65 mil), serviços contábeis (R$ 65 mil) e serviços de terceiros (R$ 35 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 66 mil.
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Evolução da votação nas eleições
5.812 votos em 2020 · 3 eleições
A votação de Francisco Carlos Clemente em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 260 mil em receitas · R$ 255 mil em gastos contratados
Chico Clemente declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso em 2010, e prefeito em Tangará da Serra (MT) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 260 mil em receitas: R$ 210 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 255 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 65 mil) e serviços contábeis (R$ 65 mil). Em 2010, R$ 66 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 260 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 255 milcontratados
Gastos em 2010R$ 66 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 25% · pessoas 32% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 66 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 19 mil29,1%
PessoalR$ 19 mil28,2%
Cessão ou locação de veículosR$ 9 mil14,1%
Encargos sociaisR$ 5 mil7,3%
Outras 11 categoriasR$ 14 mil21,2%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.