- Serviços advocatíciosR$ 37 mil64,9%
- PessoalR$ 5 mil9,6%
- Serviços contábeisR$ 4 mil7,1%
- Publicidade por adesivosR$ 3 mil5,3%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil13,2%
Dr Marcelo (Marcelo Rodrigues de Azeredo) disputou 3 eleições entre 2008 e 2020, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Nova Nazaré em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Nova Nazaré/MT: 148 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Nova Nazaré/MT, declarou R$ 57 mil em receitas: R$ 45 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 12 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 37 mil), pessoal (R$ 5 mil) e serviços contábeis (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 15 mil em 2012 (78% com cessão ou locação de veículos) e R$ 5 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcelo Rodrigues de Azeredo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr Marcelo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Nova Nazaré (MT) em 2008 e 2012, e prefeito em Nova Nazaré (MT) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 57 mil em receitas: R$ 45 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 12 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 37 mil) e pessoal (R$ 5 mil). Em 2012, 78% dos R$ 15 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2008, 61% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.