Ricardo Nicolau (Luis Ricardo Saldanha Nicolau) disputou 9 eleições entre 1996 e 2022, para governador, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2018, 2014, 2010, 2006 e 1998; vereador de Manaus em 1996. A maior votação foi em 2022, para governador por AM: 217.588 votos. Na campanha de 2022 para governador por AM, declarou R$ 5,8 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2,2 milhões de doações privadas e R$ 700 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,8 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,6 milhão), impulsionamento de conteúdos (R$ 1 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 706 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7,6 milhões em 2020 e R$ 50 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
217.588 votos em 2022 · 9 eleições
A votação de Luis Ricardo Saldanha Nicolau em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 5,8 milhões em receitas · R$ 5,8 milhões em gastos
Ricardo Nicolau declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Amazonas em 2006, 2010, 2014 e 2018, prefeito em Manaus (AM) em 2020, e governador por Amazonas em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 5,8 milhões em receitas: R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2,2 milhões de doações privadas e R$ 700 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5,8 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,6 milhão) e impulsionamento de conteúdos (R$ 1 milhão). Em 2020, R$ 7,6 milhões em gastos contratados; em 2018, 42% dos R$ 50 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2022R$ 5,8 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 5,8 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 7,6 milhõescontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 200212.845não eleitoGAM · 27 anos · Superior incompleto · Senador, Deputado e Vereador · PPB · nº 11111 · ver resultado completo
Coligação: PSB / PTC / PPB / PV
Deputado Estadual · 1998ELEITO19.915GAM · 23 anos · Ensino médio completo · Empresário e Produtor de Espetáculos Públicos · PPB · nº 11111 · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PPB / PSB / PSL / PT
Vereador · 1996ELEITO8.143LManaus, Amazonas · 21 anos · Ensino médio incompleto · PSDB · nº 45666 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.