Ângela das Graças Oliveira Santos

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Ângela das Graças Oliveira Santos
4 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PSOL
52 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Servidor Público Federal
redes informadas ao TSE
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Ângela Santos (Ângela das Graças Oliveira Santos) disputou 4 eleições entre 2004 e 2020, para prefeita, deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por BA: 1.519 votos. Na campanha de 2020 para prefeita em Poções/BA, declarou R$ 5 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 300, principalmente com serviços de terceiros (R$ 300). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 11 mil em 2018 e R$ 60 em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

224 votos em 2020 · 4 eleições

A votação de Ângela das Graças Oliveira Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 5 mil em receitas · R$ 300 em gastos

Ângela Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Poções (BA) em 2016, deputada estadual por Bahia em 2018, e prefeita em Poções (BA) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 5 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 300, principalmente com serviços de terceiros (R$ 300). Em 2018, R$ 11 mil em gastos; em 2016, 100% dos R$ 60 em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 300campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 11 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeita, Poções (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 300
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 300100,0%
2018Deputada estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
6 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 23% · pessoas 44% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 11 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 3 mil23,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil20,4%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil17,5%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil14,0%
  • Outras 6 categoriasR$ 3 mil24,9%
2016Vereadora, Poções (BA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 60
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 60
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 60100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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