Ailton José de Lima

Foto de Ailton José de Lima
Ailton José de Lima
7 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PSB
55 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
redes informadas ao TSE
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Ailton Lima (Ailton José de Lima) disputou 7 eleições entre 2004 e 2020, para prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Santo André em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Santo André/SP: 49.959 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Santo André/SP, declarou R$ 378 mil em receitas: R$ 224 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 154 mil de doações privadas (144 doadores). Os gastos contratados somam R$ 282 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 86 mil), serviços contábeis (R$ 80 mil) e publicidade por adesivos (R$ 34 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 690 mil em 2018 (51% com pessoal) e R$ 103 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

17.636 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Ailton José de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 378 mil em receitas · R$ 282 mil em gastos contratados

Ailton Lima declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Santo André (SP) em 2008 e 2012, deputado federal por São Paulo em 2014 e 2018, e prefeito em Santo André (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 378 mil em receitas: R$ 224 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 154 mil de doações privadas (144 doadores). Os gastos contratados somam R$ 282 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 86 mil) e serviços contábeis (R$ 80 mil). Em 2018, 51% dos R$ 690 mil em gastos foram com pessoal; em 2016, R$ 103 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 378 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 282 milcontratados
Gastos em 2018R$ 690 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas6de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Santo André (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 378 mil
144 doadores pessoas físicas
FEFC 59% · pessoas 41%
Gasto contratado
R$ 282 mil
pago: R$ 256 mil (91%)
  • Materiais impressosR$ 86 mil30,5%
  • Serviços contábeisR$ 80 mil28,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 34 mil12,2%
  • PessoalR$ 28 mil9,8%
  • Outras 10 categoriasR$ 54 mil19,2%
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 693 mil
144 doadores pessoas físicas
FEFC 72% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 28% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 690 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 353 mil51,1%
  • Materiais impressosR$ 66 mil9,6%
  • AlimentaçãoR$ 61 mil8,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 56 mil8,2%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 41 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 153 mil22,1%
2016Prefeito, Santo André (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 103 mil
119 doadores pessoas físicas
pessoas 77% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 103 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 36 mil34,6%
  • Serviços de terceirosR$ 23 mil22,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 13 mil12,6%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 10 mil9,8%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 283 lançados como "diversas a especificar"R$ 22 mil20,8%
Ver as 3 campanhas anteriores
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 291 mil
28 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 95% · pessoas 5%
Gasto contratado
R$ 291 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 135 mil46,4%
  • Materiais impressosR$ 78 mil26,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 24 mil8,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 16 mil5,4%
  • Outras 10 categoriasR$ 38 mil13,1%
2012Vereador, Santo André (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 66 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 25% · pessoas 23% · empresas 14% · próprios 38%
Gasto contratado
R$ 46 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 22 mil47,5%
  • Materiais impressosR$ 10 mil20,8%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 10 mil20,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil9,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 8001,7%
2008Vereador, Santo André (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 36 mil
18 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 50% · pessoas 50% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 36 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 12 mil34,1%
  • PessoalR$ 4 mil11,6%
  • Locação de imóveisR$ 2 mil6,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil5,0%
  • Outras 7 categoriasR$ 15 mil42,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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