- Publicidade por adesivosR$ 23143,1%
- Materiais impressosR$ 17733,1%
- Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 5710,7%
- Outras 1 categoriainclui R$ 70 lançados como "diversas a especificar"R$ 7013,1%
Mateus Motta (Mateus Teixeira de Oliveira Santos Motta) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2020 para vereador em Piúma/ES, declarou R$ 536 em receitas: R$ 231 de doações privadas e R$ 305 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 536, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 231), publicidade por materiais impressos (R$ 177) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 57).
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Mateus Motta declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Piúma (ES) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 536 em receitas: R$ 231 de doações privadas e R$ 305 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 536, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 231) e publicidade por materiais impressos (R$ 177).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.