Antonio Wilbert

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Antonio Wilbert
3 eleições entre 2000 e 2024 · PT
72 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE
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Padre Antonio (Antônio Wilbert) disputou 3 eleições entre 2000 e 2024, para vereador e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Caxambu do Sul/SC: 754 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Camboriú/SC, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil), criação e inclusão de páginas na internet (R$ 830) e publicidade por materiais impressos (R$ 299). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 12 mil, 65% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

56 votos em 2024 · 3 eleições

A votação de Antonio Wilbert em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 5 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Padre Antonio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Camboriú (SC) em 2020, e vereador em Camboriú (SC) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 830). Em 2020, 65% dos R$ 12 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2024R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 12 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22020 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Camboriú (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
FEFC 79% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil45,0%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 83037,4%
  • Materiais impressosR$ 29913,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 914,1%
2020Prefeito, Camboriú (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 29% · pessoas 51% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 12 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 8 mil65,2%
  • PessoalR$ 3 mil21,3%
  • Serviços advocatíciosR$ 1 mil8,2%
  • Serviços contábeisR$ 6004,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 520,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Antonio Wilbert (Padre Antonio): candidaturas e votos · Radar do Voto