Gustavo Paim (Gustavo Bohrer Paim) disputou 3 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Porto Alegre em 2016. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Porto Alegre/RS: 7.989 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Porto Alegre/RS, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 300 mil do Fundo Partidário, R$ 58 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 600 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 330 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 123 mil).
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Evolução da votação nas eleições
7.989 votos em 2020 · 3 eleições
A votação de Gustavo Bohrer Paim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 1,5 milhão em receitas · R$ 1,4 milhão em gastos
Gustavo Paim declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Porto Alegre (RS) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 300 mil do Fundo Partidário, R$ 58 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 600 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 330 mil).
Receitas em 2020R$ 1,5 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1,4 milhãocampanha encerrada; tudo pago
FEFC 76% · Fundo Partidário 20% · pessoas 4% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,4 milhão
tudo pago (100%)
Serviços de terceirosR$ 600 mil42,1%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 330 mil23,1%
Materiais impressosR$ 123 mil8,6%
Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 117 mil8,2%
Outras 14 categoriasinclui R$ 301 lançados como "diversas a especificar" e R$ 19 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 256 mil17,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2016ELEITO2º TURNO402.165LPorto Alegre, Rio Grande do Sul · 39 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PP · nº 45 · 1º turno: 213.646 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Vice-Prefeito · 2016ELEITO2º TURNO402.165LPorto Alegre, Rio Grande do Sul · 39 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PP · nº 45 · 1º turno: 213.646 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE1.069LPorto Alegre, Rio Grande do Sul · 23 anos · Superior completo · Advogado · PPB · nº 11011 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PPB / PSDC
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.