Atilar Junior

Foto de Atilar Gilberto Gerstner Filho
Atilar Junior
Atilar Gilberto Gerstner Filho (nome civil)
5 eleições entre 2012 e 2020 · último partido PDT
40 anos em 2020 · Masculino · Superior incompleto
Corretor de Imóveis, Seguros, Títulos e Valores
redes informadas ao TSE

Atilar Junior (Atilar Gilberto Gerstner Filho) disputou 5 eleições entre 2012 e 2020, para prefeito, deputado federal, vereador, deputado estadual e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Capão da Canoa em 2016; vice-prefeito de Capão da Canoa em 2012. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por RS: 11.136 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Xangri-Lá/RS, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 32 mil de doações privadas (26 doadores). Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 2 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 20 mil em 2018 (63% com publicidade por materiais impressos) e R$ 8 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

3.277 votos em 2020 · 5 eleições

A votação de Atilar Gilberto Gerstner Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualVereadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 52 mil em receitas · R$ 36 mil em gastos

Atilar Junior declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2014, vereador em Capão da Canoa (RS) em 2016, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2018, e prefeito em Xangri-Lá (RS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 32 mil de doações privadas (26 doadores). Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 2 mil). Em 2018, 63% dos R$ 20 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 52% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 52 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 36 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 20 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42014, 2016, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Xangri-Lá (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 52 mil
26 doadores pessoas físicas
FEFC 39% · pessoas 61%
Gasto contratado
R$ 36 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 6 mil16,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2 mil4,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 1 mil3,7%
  • Serviços contábeisR$ 8002,2%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 25 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 26 mil72,5%
2018Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
13 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
partido e outras campanhas 6% · pessoas 42% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 20 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 13 mil62,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil14,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil8,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil6,5%
  • Outras 7 categoriasR$ 1 mil7,3%
2016Vereador, Capão da Canoa (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
5 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 2% · partido 22% · pessoas 62% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil52,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil19,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil11,9%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 7008,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 7008,3%
Ver a campanha anterior
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 64% · pessoas 16% · empresas 10% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil53,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil9,8%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 2 mil8,8%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil28,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892