Arquimedes Borges (Antônio Arquimedes Borges de Oliveira) disputou 8 eleições entre 1996 e 2022, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Paracatu em 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por MG: 42.079 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por MG, declarou R$ 723 mil em receitas: R$ 426 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil do Fundo Partidário e R$ 289 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 675 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 551 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 27 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 237 mil em 2020 (50% com serviços de terceiros) e R$ 1,1 milhão em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
14.829 votos em 2022 · 8 eleições
A votação de Antonio Arquimedes Borges de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 723 mil em receitas · R$ 675 mil em gastos
Arquimedes Borges declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Paracatu (MG) em 2008 e 2020, e deputado federal por Minas Gerais em 2014 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 723 mil em receitas: R$ 426 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil do Fundo Partidário e R$ 289 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 675 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 551 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil). Em 2020, 50% dos R$ 237 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2014, R$ 1,1 milhão em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 723 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 675 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 237 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 2% · pessoas 3% · empresas 3% · próprios 93%
Gasto contratado
R$ 335 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 94 mil28,0%
Materiais impressosR$ 49 mil14,7%
PessoalR$ 44 mil13,1%
Serviços de terceirosR$ 30 mil9,0%
Outras 17 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 118 mil35,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2000ELEITO18.517LParacatu, Minas Gerais · 50 anos · Superior completo · Proprietário de Estabelecimento Agrícola, da Pecuária e Florestal · PPB · nº 11 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE19.599GMG · 48 anos · Superior completo · Proprietário de Estabelecimento Agrícola, da Pecuária e Florestal · PDT · nº 12145 · ver resultado completo
Coligação: PC do B / PCB / PDT / PV
Prefeito · 1996NÃO ELEITO13.386LParacatu, Minas Gerais · 46 anos · Superior completo · Fazendeiro · PTB · nº 14 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.