Juliano Borges

Foto de Juliano Camilo Borges
Juliano Borges
Juliano Camilo Borges (nome civil)
4 eleições entre 2008 e 2020 · último partido PODE
38 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Administrador
redes informadas ao TSE

Juliano Borges (Juliano Camilo Borges) disputou 4 eleições entre 2008 e 2020, para prefeito, deputado federal e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por SP: 3.873 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Presidente Prudente/SP, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 32 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 67 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 22 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 26 mil em 2018 e R$ 16 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

2.770 votos em 2020 · 4 eleições

A votação de Juliano Camilo Borges em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 42 mil em receitas · R$ 67 mil em gastos contratados

Juliano Borges declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Presidente Prudente (SP) em 2008 e 2016, deputado federal por São Paulo em 2018, e prefeito em Presidente Prudente (SP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 42 mil em receitas: R$ 32 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 67 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 22 mil). Em 2018, R$ 26 mil em gastos; em 2016, 48% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 42 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 67 milcontratados
Gastos em 2018R$ 26 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42008, 2016, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Presidente Prudente (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 42 mil
12 doadores pessoas físicas
pessoas 77% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 67 mil
pago: R$ 40 mil (60%)
  • Materiais impressosR$ 24 mil36,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 22 mil32,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil9,4%
  • Serviços contábeisR$ 6 mil9,0%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil12,4%
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
12 doadores pessoas físicas
pessoas 88% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 26 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 9 mil36,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 6 mil23,1%
  • Materiais impressosR$ 4 mil14,1%
  • AlimentaçãoR$ 3 mil10,8%
  • Outras 5 categoriasR$ 4 mil15,4%
2016Vereador, Presidente Prudente (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 85% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 16 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil47,7%
  • Materiais impressosR$ 6 mil37,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6003,9%
  • Materiais de expedienteR$ 5253,4%
  • Outras 6 categoriasR$ 1 mil7,7%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Presidente Prudente (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 93% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil56,9%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil22,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 691,0%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 8 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil20,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892