- Materiais impressosR$ 42 mil26,2%
- PessoalR$ 28 mil17,6%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 20 mil12,4%
- Publicidade por adesivosR$ 14 mil8,4%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 57 mil35,4%
Ballin (Fioravante Batista Ballin) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Ijuí em 2012 e 2008; vice-prefeito de Ijuí em 2004; vereador de Ijuí em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Ijuí/RS: 26.172 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Ijuí/RS, declarou R$ 166 mil em receitas: R$ 156 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 3 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 161 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil), pessoal (R$ 28 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 20 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 214 mil em 2012 e R$ 177 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Fioravante Batista Ballin em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ballin declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Ijuí (RS) em 2008, 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 166 mil em receitas: R$ 156 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 3 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 161 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 42 mil) e pessoal (R$ 28 mil). Em 2012, R$ 214 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 177 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.