Felipe Attiê (Felipe José Fonseca Attiê) disputou 9 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, deputado federal, deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2014; vereador de Uberlândia em 2012, 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MG: 64.597 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Uberlândia/MG, declarou R$ 311 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 61 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 310 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 126 mil), serviços advocatícios (R$ 60 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 51 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,3 milhão em 2018 (45% com pessoal) e R$ 429 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
4.104 votos em 2020 · 9 eleições
A votação de Felipe José Fonseca Attiê em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 311 mil em receitas · R$ 310 mil em gastos
Felipe Attiê declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006 e 2014, vereador em Uberlândia (MG) em 2008 e 2012, deputado federal por Minas Gerais em 2018, e prefeito em Uberlândia (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 311 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 61 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 310 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 126 mil) e serviços advocatícios (R$ 60 mil). Em 2018, 45% dos R$ 1,3 milhão em gastos foram com pessoal; em 2014, 41% dos R$ 429 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2020R$ 311 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 310 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 1,3 milhãocampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 3% · pessoas 32% · empresas 41% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 184 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 81 mil43,9%
Publicidade por jornais e revistasR$ 19 mil10,1%
Materiais impressosR$ 14 mil7,7%
Locação/cessão de bens móveisR$ 14 mil7,5%
Outras 11 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 57 mil30,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO · MÉDIA3.298LUberlândia, Minas Gerais · 31 anos · Superior completo · Economista · PFL · nº 25625 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PMN
Vereador · 1996ELEITO · MÉDIA2.005LUberlândia, Minas Gerais · 27 anos · Superior completo · Economista · PFL · nº 25625 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.