
Na eleição de 2026 para deputado federal por São Paulo, Silvio Leme Junior (DC) teve 304 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: indeferida com recurso). Esses votos não entram nos votos válidos. O resultado dessa candidatura depende da decisão final da Justiça Eleitoral sobre o registro. Silvio Leme Junior disputou 3 eleições entre 2012 e 2026, para deputado federal, prefeito e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para prefeito em São Miguel Arcanjo/SP: 329 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em São Miguel Arcanjo/SP, declarou R$ 7 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 764). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 50% com combustíveis e lubrificantes.
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A votação de Silvio Leme Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Silvio Leme Junior declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São Miguel Arcanjo (SP) em 2012, e prefeito em São Miguel Arcanjo (SP) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 7 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1 mil). Em 2012, 50% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.